Quando
Eu não mais esperava
E desapercebida
Caminhava
Desdenhando do vento
Que batia em meu rosto cansado
Quando
Minhas pernas trêmulas
De tanto andar
Procuravam o conforto
Das pedras que permeavam
O caminho obscuro
Quando
Eu não mais esperava
Veio andando,
Surgindo,
Em meio à escuridão.
Com seu olhar trépido e murmurante
Em seu mais saltitante
Êxtase
Quando eu não mais esperava
Eis que surge
Calmamente
Alegremente
Abrandando a escuridão
E o cansaço aflorado
Quando eu não mais esperava
Não mais almejava
Em mera e pequena desistência
Surgiu!
Paciente, benevolente e amplo amor!
Parabens Cris,acho q foi eu q dei a ideia....Muito bom viu.
ResponderExcluirVerdade Naja...Vc me presenteou com essa linda idéia! Obrigada....Beijos
ExcluirAdorei! Cris, você tem um dom de Deus pra escrever, que Ele continue te abençoando ;)
ResponderExcluirBianquinhaaaaa, obrigada! Admiro muito você! Beijo grande
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